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Wednesday, February 1, 2012

Impressões Vision of the Seas - Parte 1

Passamos três noites a bordo do Vision of the Seas, da Royal Caribbean. O navio que está em sua terceira temporada na América do Sul, é de porte médio, e acaba não ganhando muito destaque na imprensa, mas ainda assim, é um dos preferidos do público brasileiro, tendo sido eleito por nossos leitores o navio do ano em 2009. Se quiser saber o que achamos do navio, quase gêmeo do Splendour of the Seas, não perca nosso especial Impressões Vision of the Seas, que começa agora:

Introdução e Histórico
 O Vision of the Seas é o sexto e último navio da classe Vision da Royal Caribbean International. Lançados entre 1995 e 1998, os navios da classe Vision introduziram muitas das características que seriam marcas da frota da Royal Caribbean em outras classes. De porte médio, os navios dessa classe são ideais para mercados emergentes, e distantes. O Vision costumava fazer suas temporadas entre o Alaska e a Riviera Mexicana, até meados de 2008, mas já tinha passado por Havaí e Caribe. Porém, atualmente tem navegado na Europa (tanto no Mediterrâneo quanto no Adriático e Báltico), e no Brasil. Foi designado pela Royal Caribbean em 2009 para substituir o Island Escape que deixaria a frota naquele ano, mas muito mais do que isso, acabou se tornando o segundo navio da Royal no Brasil.

Características e Dados Técnicos
Com capacidade para algo em torno de 2,400 passageiros, e 80,000 toneladas, não é um dos maiores navios a visitar ao Brasil. Também não é dos mais novos: foi entregue em 1998, mas como teve um design inovador para sua época, chega a deixar pra trás navios mais modernos, e não deve nada, mesmo para os gigantes que freqüentam a costa brasileira. Atinge 22 nós de velocidade, e possui 11 decks para passageiros. Foi construído, assim como a maioria de seus gêmeos foi construído no Chantiers de l’Atlantique, em Saint Nazaire, na França. O estaleiro em questão também construiu praticamente toda a frota da MSC (com exceção do Melody) e navios como o Queen Mary 2 e o Normandie.

O navio e seus ambientes  
 Um dos pontos fortes do navio é esse: sua aparência e planta. Como é padrão na Royal Caribbean, possui centenas (talvez até milhares) de obras de arte, e decoração de primeira. Poucos são os ambientes do navio que não tenham um quadro ou uma escultura. 
Outra característica do navio (e da Royal Caribbean) é o mármore branco, presente em grande quantidade no Centrum e no Windjammer Café, por exemplo. No navio, o principal ponto de circulação e convivência é o átrio The Centrum, que possui sete andares de altura, elevadores panorâmicos e iluminação natural. Além, é claro, da grande escultura central suspensa, chamada: “Ariel” de “The Tempest”, que segundo seus autores, Peter Layton e Simon Moss, representa a figura de um espírito dançante, presente na obra de Shakespeare “The Tempest”. Daqui, é possível acessar praticamente todas as áreas do navio, não é por menos que é utilizado como ponto de referência a bordo. É anexo a ele que estão também a maioria dos elevadores. 
O Centrum começa no deck 4, onde fica o Champagne Bar, com sua pista de dança e palco. No andar superior, o quinto, o Centrum abriga a recepção (em inglês Guest Relations), e o balcão de excursões (conhecido como Explorations Desk). Nesse andar também estão o Restaurante Principal, chamado Aquarius Dining Room, o Casino Royale e o Teatro Masquerade. Cada um desses ambientes tem um tema diferente, mas em geral, assim como o navio seguem uma temática mística, um tanto quanto mágica, o Restaurante Aquarius em especial, é ambientado no signo de Aquário, com tons de azul, e figuras que remetem as constelações. O Casino Royale é cheio de estrelas em seu teto, e tem afrescos e esculturas intrigantes com referências ao zodíaco, além, das esculturas em forma humana, que às vezes chegam a assustar os passageiros por sua semelhança com pessoas. 
O mesmo acontece no Teatro onde uma pequena menina debruçada no segundo andar parece acompanhar o show, mas na verdade, é só uma escultura em bronze. No andar superior, além da parte superior do teatro, estão a maioria dos lounges e bares do navio: é aqui que fica o Showboat Lounge, o Schooner Bar e o Some Enchanted Evening Lounge. Também no quinto deck fica o andar superior do Teatro Masquerade, o Photoshop, a Cafeteria Latte-Tudes e as Boutiques of the Centrum. O Some Enchanted Evening Lounge é o maior bar do navio, ocupando grande parte da popa do navio, e com visão panorâmica do exterior, ele é também um dos mais belos ambientes do navio, apesar de ser pouco utilizado. Um pouco mais a frente ficam, separados pelo Centro de Convenções o Schooner Bar e o Showboat Lounge.
 Enquanto o primeiro, com decoração náutica, é claramente um piano bar, o Showboat Lounge não parece ter uma proposta: o local não tem palco ou um bar propriamente dito, ou seja, resumisse a alguns sofás e mesas. Após os elevadores e o Centrum ficam o Photoshop, onde é possível comprar câmeras fotográficas, fotos do interior e exterior do navio, e as fotos tiradas pelos fotógrafos de bordo, e as Boutiques of the Centrum, que ocupam grande parte do navio. O local é dividido em quatro lojas: uma de roupas de marcas como Lacoste, e que também vende as famosas Bijoux Terner e produtos da Apple e Nintendo, uma de bebidas, chocolates e produtos de uso geral, como pastas de dente e adaptadores de tomada, outra com produtos com o logotipo da Royal, e souveniers do navio, e ainda uma de perfumes e jóias. As restantes áreas públicas ficam nos decks nove e dez: as piscinas, o Windjammer Cafe, o Shipshape Spa, a área de adolescentes e crianças, e a parede de escalada. Mais acima, no ponto mais alto do navio está o Viking Crown Lounge, que é a boate do navio durante a noite, e durante o dia funciona como local de observação. 
No deck nove estão, de proa a popa, o Windjammer Cafe, restaurante self-service, a piscina principal, com suas quatro jacuzzis e bar próprio, o Solarium, piscina coberta com temática Maia e também bar e lanchonete próprios, e o Spa. Acima fica o Ginásio do navio, a Parede de Escalada e o Adventure Ocean, área para crianças. Nessa última também está incluída a Teen Area, com uma Arcade e uma discoteca próprios. As cabines ficam nos decks dois, três, quatro, sete e oito. Nesses dois últimos, na área do Centrum, ficam a biblioteca, o salão de jogos (de mesa), o Internet Café e o Crown & Anchor Study, onde é possível se filiar a Crown & Anchor Society o “programa de milhagem da Royal” e comprar futuros cruzeiros.

Para ver fotos do interior do navio, clique aqui. 

Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 

Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos.

Saturday, January 28, 2012

Vision of the Seas

Santos no horizonte.
Confira em breve aqui no blog WorldCruises.com as impressões de um mini-cruzeiro (1/2) que fizemos no final de Dezembro no Vision of the Seas, da Royal Caribbean. A primeira parte deve ir ao ar na próxima quarta-feira, e tratará do navio em geral e de suas características. Aproximadamente na primeira quinzena de Fevereiro, a segunda parte será postada, e tratará da programação do navio, e de detalhes como as refeições a bordo. Já a terceira, sobre as acomodações do navio, e seus destinos e portos de escala, será provavelmente postada entre o final de Fevereiro e o começo de Março. A quarta e última parte virá até a segunda quinzena de março, com suas considerações finais, nota, e pontos altos e baixos. Não perca!
Campeonato de barrigadas na piscina principal.
Enquanto isso já estão disponíveis no Facebook cerca de 200 fotos do interior do navio, porém, outras ainda serão acrescentadas, confira.
O último show no Teatro.
Imagens (©) Copyright Daniel Capella.

Tuesday, October 4, 2011

Impressões MSC Orchestra - Parte 2

Para ver a primeira parte clique aqui. 
Programação durante o dia 
O dia no Orchestra não é muito movi- mentado. Como estivemos apenas quatro dias a bordo não foi possível avaliar tão bem o navio durante o dia. Não sabemos, por exemplo, a programação para um dia de navegação. Porém, durante os dias, há atividades com a equipe de animação na piscina e alguns bares estão abertos. O MSC Aurea também permanece aberto, assim como o campo de mini golfe, a quadra de tênis, o campo de Shuffleboard, e o mini club. Porém, a MSC complica um pouco o uso do campo de mini-golfe, da quadra, e do campo de Shuffleboard, isto porque para pegar tacos e bolas de golfe ou tênis ou o material de Shuffleboard, era necessário procurar a equipe de animação que nem sempre esta disponível, ou ir buscar na recepção, que fica muito longe da área esportiva do navio. Na recepção também é possível pegar emprestado baralhos, e jogos de tabuleiro, que podem ser utilizados no salão de jogos.

Programação durante a noite 
Em compen- sação ao dia, a noite é bem agitada. A progra- mação inclui sempre música nos bares, o casino, as lojas de bordo, os shows no teatro, e em algumas noites festas. Enquanto estivemos a bordo, foram apresentados todas as noites no Teatro, sempre por Enzo Fortunato, o Diretor de Cruzeiro, shows como o Midnight Sun, que apresentava truques de mágica, malabarismo e equilibrismo. Outro show interessante foi o da última noite: intitulado The King & Queen, ele era basicamente uma batalha musical entre o Michael Jackson, o Rei do Pop, e a banda Queen, sob a liderança de Freddy Mercury, e terminava em uma homenagem aos passageiros, e a tripulação. Foram várias também as aticidades com a equipe de animação, como a eleição da Lady Orchestra, ou o Jogo da Amizade. Nos bares, havia música com várias bandas e músicos como o Dueto Italiano no Amber Bar, e o Via Brasil Band no Savannah Bar. Na disco R32, o DJ Marcelinho comandava a pista até o amanhecer. Durante a nossa estadia não houve nenhuma festa no deck da piscina, como é de costume.

Culinária e Refeições
O MSC Orchestra tem a disposição de seus passageiros cinco resta- urantes, sendo um deles, o Shangai Chinese Restaurant, pago a parte. Destes quatro restantes dois são formais, e à la carte, e outros dois são self service, informais. Os informais, Four Seasons e La Piazzeta se utilizavam de buffets self service, e eram funcionavam para café da manhã (das 06:30 até as 11:00), almoço (do 12:30 até as 16:00), e jantar (das 20:30 as 22:00). O Four Seasons nem sempre estava aberto, já que na verdade, ele é, um restaurante a la carte, também pago a parte, mas que por algum motivo na temporada brasileira é utilizado como uma extensão do La Piazzeta. Estes dois restaurantes contam com uma bela decoração, com arcos, colunas e piso de mármore branco, um elemento marcante no Four Seasons é uma praça, com uma árvore artificial em seu centro, e rodeada por mesas. Nesse mesmo restaurante também existe uma parte externa com vista para o rastro do navio.
Durante a noite, em horário bem reduzido, o Four Seasons se transfor- mava em uma pizzaria, das 22:00 ás 22:30. Já os dois formais, o Villa Borghese e L’Ibiscus servem principalmente o jantar, em dois turnos: o primeiro às 20 horas, e o segundo ás 22 horas. No Villa Borghese, em especial, também há Café da Manhã e Almoço, em horário reduzido. O Café vai das 07:30 ás 09:45, e o Almoço do 12:30 ás 14:15. A única hora que o Four Season funcionava como restaurante pago era a noite, das 22:00 ás 22:30, quando o restaurante virava piazzaria. Almoço e Jantar também eram servidos no Shanghai Chinese Restaurant, do meio dia ás 15:00, e das 19:30 ás 24:00 respectivamente.

Para ver fotos do interior do navio, clique aqui. 

Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 

Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos.

Wednesday, August 17, 2011

Impressões MSC Orchestra - Parte 1

Após a viagem em Janeiro no Splendour, optamos por um mini-cruzeiro em um dos mega resorts que tem tomado conta da costa brasileira. Escolhemos o MSC Orchestra, estreante da MSC, e que foi a novidade da MSC para a temporada passada. Veja como foi, na revisão abaixo.

Histórico
O MSC Orchestra é um navio moderno, e extre- mamente novo, com três anos incom- pletos. Inaugurado em 2007, ele é o segundo navio da nova classe da MSC, a classe Musica, que integra, além do Orchestra e do Musica, o Poesia e Magnífica. Desde que foi lançado, opera cruzeiros no Mediterrâneo e Norte da Europa, em 2008, saiu da Europa pela primeira vez com destino aos Estados Unidos e Caribe, e fez história, fazendo a primeira escala da MSC em Nova York. Porém, em 2009, foi substituído pelo  Poesia no Caribe e Estados Unidos, e teve como destino a América do Sul. Chegou a Santos pela primeira vez em 18 de Dezembro de 2009.

Caracteristícas Técnicas
Com mais de 90.000 toneladas é considerado um navio de grande porte, um mega resort flutuante. Acomoda até 3.013 passageiros em suas 1.275 cabines. Destas, 809 tem varandas, o que representa mais da metade das cabines. Atinge 23 nós, uma ótima velocidade para um navio do seu tamanho, e é também um dos mais compridos a visitar o Brasil, com quase 300 metros de comprimento.

O Navio
Detalhe do MSC Aurea Spa
Navio de extremo bom gosto, o MSC Orchestra segue outros navios da MSC, com muitos detalhes em dourado, ambientes bem decorados e harmoniosos, que são elegantes, e são exatamente o que um navio deve oferecer. Possui vários bares e lounges, dos quais se destacam o Amber Bar, que é rodeado por lojas, e tem uma bela decoração e iluminação em tons de verde. De lá se tem acesso ao Savannah Bar, um bar temático, com estofados estampados com pele de onça, e esculturas de onças que também são luminárias, o lugar remete a uma savana africana.
Em um dos lados desse bar, esta uma escadaria de mármore negro (bem parecida com a da recepção do Opera e Lirica) que dá acesso ao casino, e forma, uma espécie de Átrio. Seguindo, esta o belíssimo Teatro Covent Garden, que tem poltronas confortáveis, e paredes que acendem em diversas cores, sempre em acordo com a temática do bem equipado palco. Outro lugar que merece destaque é o The Shaker Lounge, que fica na popa do navio, de onde é possível observar o rastro do navio durante a navegação, através de grandes vidraças que se extendem por quase toda a traseira do navio. 
O Átrio principal também é bem decorado, tem um vão aberto de três andares, colunas esculpidas, uma cascata também de três andares, abaixo dela está um pequeno palco de vidro, que parece flutuar sobre a água, onde todas as noites acontecem apresentações de música. De lá é possível acessar algumas lojas, o escritório de excursões, a recepção, o La Cubana Cigar Room lugar reservado onde se pode fumar um charuto, ou simplesmente passar um tempo observando as obras de arte espalhadas pelas paredes. 
Mais a frente, esta a Art Arcade, que apesar do nome não é bem uma galeria de arte. É um belo corredor, com sofás e poucas esculturas, que dá acesso ao Shangai, o restaurante chinês do navio, a Biblioteca (que infelizmente, permaneceu fechada durante toda a viagem) e o Salão de Jogos, terminando no casino Palm Beach. Por todo o navio, estão distribuidas várias obras de arte, de quadros a esculturas, é importante ressaltar que todas elas são de bom gosto e combinam perfeitamente com o ambiente em que estão. O navio conta também com mini golfe, quadra de tênis, discoteca, cinco restaurantes, spa e academia, duas piscinas, mini club infantil, uma enoteca, entre outros.
Para ver fotos do interior do navio, clique aqui. 
Para ver a segunda parte, clique aqui.

Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 

Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos.

Friday, August 5, 2011

Impressões Mariner of the Seas - Parte 4

Continuação da série Impressões Mariner of the Seas, iniciada em Agosto, para ver a primeira parte clique aqui. A segunda pode ser acessada neste link. E a terceira neste.
 Pontos Altos
  • É um navio fantástico, que supera por muito, todos os navios na América do Sul. Suas opções, de entretenimento, alimentação, e etc, estão muito além dos oferecidos pelos navios que vêm ao Brasil, mesmo os maiores e mais modernos, como o MSC Orchestra e o Costa Magica.
  • A Royal Promenade promove uma experiência única, muito diferente da dos outros navios. Outro aspecto positivo, é o box de vidro, presente em quase todas as cabines do navio, substituindo a tradicional cortina.
  • A tripulação da Royal Caribbean é bem treinada, e atende muito bem aos passageiros em todos os sentidos, mesmo a maioria dos tripulantes não sendo brasileiros, e não falando português, notasse o esforço dos mesmos em nos entender e ajudar.
  • Por a Royal Caribbean não facilitar o pagamento, e ter um preço pouco mais elevado em relação a outras companhias no Brasil, o nível e classe dos passageiros a bordo é mais alto. A maioria dos passageiros eram “repeaters”, ou seja, já tinham viajado com a Royal Caribbean uma ou mais vezes, este fato, aliado ao já citado, faz com que a viagem seja mais agradável, sem grandes problemas de “disciplina” por parte dos passageiros, cada vez mais comuns em navios no Brasil. 
  • O Mariner é um navio muito versátil, há realmente opções para todos os tipos de pessoas.  Até mesmo em relação a alimentação, a opções de comida italiana, oriental, o buffet informal, o restaurante tradicional, com refeições em dois turnos, o Jonnhy Rockets, para hambúrgueres, uma churrascaria, e etc.
  • O entretenimento, que tradicionalmente em navios da Royal não é tão bom, deu ótimos sinais de melhora. A viagem foi animada, os shows foram bons, e as bandas muito bem selecionadas. As atividades da equipe de animação também eram interessantes, e proporcionavam bons prêmios a quem participava delas.  
Pontos Baixos
  • O navio necessitava de alguma manutenção, apesar de estar em bom estado, partes da cabine já apresentavam sinais de fadiga. Outras áreas como a piscina do Solarium passavam por manutenção durante a viagem, prejudicando o uso da mesma pelos passageiros.
  • As cabines da Promenade, apesar de interessantes, prejudicam as atividades na Promenade, já que muitas vezes essas eram barulhentas, e não podiam ir até muito tarde, para não incomodar os passageiros destas cabines.
  • O embarque em Santos, apesar de o melhor do Brasil, continua sendo complicado, é necessário enfrentar muita fila e desorganização antes de entrar no navio. Nesta viagem, em especial, o embarque não foi tão ruim, ainda mais, em se considerando que esta foi a primeira vez que um navio dessa magnitude fez embarque na cidade.
Conclusão Final
O Mariner foi uma atração única na costa brasileira. A oportunidade de viajar em uma dos grandes navios da Royal Caribbean, conhecido internacionalmente por suas atrações e inovações, é sem dúvida fantástica. A viagem no Mariner é uma experiência cultural, mas também esportiva, divertida, e diferente. Principalmente diferente, até mesmo para quem já fez vários cruzeiros em navios tradicionais. Como em toda a frota da Royal, a decoração é um capítulo a parte, as obras de arte, são bem selecionadas, combinam com o navio, e principalmente, são adequadas a um navio. Em um ranking de 0 a 20 nossa nota é 19.
 Confira em breve também as impressões de um mini-cruzeiro no MSC Orchestra, aqui no blog WorldCruises.com E no ano que vêm, lançaremos o especial sobre o Vision of the Seas


Para ver fotos do interior do navio, clique aqui. 

Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 

Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos.

Friday, May 27, 2011

Impressões Mariner of the Seas - Parte 3

Continuação da série Impressões Mariner of the Seas, iniciada no dia 27 de Fevereiro, para ver a primeira parte clique aqui. A segunda está disponível neste link.

Vista da Varanda.

Cabines e Acomodações 
As opções de cabine no Mariner são bem variadas, vão desde as internas à Royal Suite, passando pelas cabines externas, com varanda, e com vista pra Promenade. Elas são divididas em quatro categorias, internas (esta categoria conta com três subdivisões: Cabine Interna (decks 2 e 3), Cabine Interna Grande (decks 2, 3 e 6) e Cabine Interna Superior (decks 6,7 e 8)), Cabine externa (estas possuem apenas janelas ou escotilhas, se localizam nos decks 2, 3 e 6), as cabines externas com varanda (localizadas no deck 6) e as suítes, todas possuem varanda e ficam no deck 8, são subdivididas em Junior Suíte, Grand Suíte, Royal Family Suíte, Owner’s Suíte e a maior, a Royal Suíte.
Todas as cabines possuem um banheiro privativo, secador de cabelo, área de toucador (vanity area), telefone, sistema de ar condicionado central, mini bar (algumas com frigobar), cofre, televisão, armários e um sofá. As cabines tem diferentes configurações, podendo acomodar até quatro passageiros em sofás-cama ou em camas do tipo Pullman (leitos altos).

Roteiros do Mariner
Nesta temporada 2010/2011 o Mariner fez três viagens de seis noites pelo litoral do Brasil, todos partiram de Santos, e com opção de embarque no Rio de Janeiro, e escala em Salvador. Além de um de 6 noites no Carnaval, e um mini-cruzeiro de duas noites para o Rio de Janeiro. Nós viajamos na viagem inaugural do Mariner, em 15 de fevereiro. Para a próxima temporada, infelizmente, o navio não voltará ao Brasil, fará cruzeiros pelo Caribe, com embarque em Galveston, Texas. A Royal Caribbean ainda pode surpreender com novos navios na próxima temporada, mas dificilmente o fará. Para 2012/2013, há maiores chances de um navio da Voyager Class ficar baseado no Brasil.

Cidades de escala: Rio de Janeiro 
Praça Mauá
Após uma noite de navegação chegamos ao Rio de Janeiro, onde também houve embarque de passa- geiros. O Mariner atracou nas primeiras horas da manhã, bem em frente ao Terminal Píer Mauá. Logo atrás, o Costa Victoria, da Costa Crociere, marcava presença com seus passageiros argentinos. A saída do porto estava prevista para às 16 horas, portanto era necessário voltar ao navio até às 15h30min. Por isso, era recomendável fazer um passeio mais curto. A cidade do Rio de Janeiro, reconhecida internacionalmente por sua beleza natural oferece inúmeras opções para os passageiros e turistas que nela chegam. Entre elas, o famoso Cristo Redentor, no topo do Corcovado e o Pão de Açucar, com seu desafiador bondinho. Porém, como já conhecíamos todos esses pontos, optamos por um passeio curto nos arredores do porto. É possível descer do navio e seguir a pé pela Praça Mauá até a Avenida Rio Branco, e seguir nela até o Teatro Municipal, passando por pontos de interesse turístico, como a Candelária, a Antiga Casa da Moeda e etc.

Salvador 
Vista da Barra.
Após um dia navegando, chegamos a Salvador, principal atração do roteiro do navio, a capital da Bahia viu o Mariner of the Seas pela segunda vez na manhã do dia 18 de Fevereiro. Foi a segunda escala do navio na cidade desde sua estréia, em 2009. A escala foi de pouco menos de 24 horas, já que o navio deixaria a cidade somente às 6 da manhã do dia seguinte, fato, que causou admiração em alguns passageiros, que por uma falha de comunicação por parte da Royal Caribbean, acreditavam que o navio deixaria a cidade ás 18 horas, do dia seguinte. Em Salvador, há variados pontos turísticos, desde os de caráter ecológico, como o Projeto Tamar, aos históricos, como o Pelourinho. As praias também não ficam para trás, como por exemplo, cito a Praia de Itapuã, imortalizada pela canção de Toquinho.
Mercado Modelo.
Em Salvador também esteve o AIDA Cara, que curiosamente também escalava a cidade pela segunda vez em sua história. Esta escala se dava em uma viagem posicional de Santos à Las Palmas, a outra também se deu em viagem posicional, dessa vez de Las Palmas à Santos. Como havia pernoite na cidade foi possível passar também a noite na cidade, como estávamos próximos ao Carnaval, haviam opções ampliadas, apesar de não ser recomendável andar próximo ao porto durante a noite (principalmente à pé, já que segundo o taxista que pegamos, a área estava cada vez mais violenta, infelizmente).


Mais fotos do navio estão disponíveis nesse link.

Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 


Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos.

Sunday, April 24, 2011

Especial Impressões Bleu de France.

Continuação da série Especial Impressões Bleu de France, iniciada no último dia 19. Confira a primeira parte nesse link. E em breve, confira também as duas partes finais da série Impressões Mariner of the Seas, iniciada em Março. 
Culinária e Refeições a bordo
O Bleu de France possui dois restaurantes: o principal Le Flamboyant e o buffet Panorama. O primeiro é a opção mais formal, abre somente no Café da Manhã e Jantar, e utiliza o sistema à la carte. Situado no deck 7, ele é o maior ambiente do navio, e serve o jantar em dois turnos: o primeiro ás 19h45min, e o segundo as 21h45min. Já o Café da Manhã no local é servido durante pouco tempo, das 08h até as 9h.

Já o Buffet Panorama oferece uma opção mais informal e prática, o sistema de buffets self-service.  Lá, são servidas todas as refeições: Café da Manhã, Almoço e Jantar, além de sopas e snacks. Fisicamente, o restaurante é espaçoso, não faltam mesas, mesmo no horário de pico, e a área externa é bastante interessante e agradável. Lá, o Café da Manhã é servido basicamente, das 06h ao Meio-dia. Sendo que entre as 70h30min, e as 11h, o Café da Manhã é completo. Já o almoço, é servido exclusivamente aqui, das 12h30min às 18 horas. O Jantar no Panorama é servido das 19h30min às 23horas.

Cabines e Acomodações

No Bleu de France, as cabines são um capítulo a parte. Amplas, elas são diferentes das dos outros navios que fazem temporada no Brasil. São ao todo 14 categorias de cabines, desde internas, à Suítes com Varanda. Há cabines em todos os andares, exceto no 2º e no 11º, cabines com varanda, são somente seis, todas suítes, no deck 9. Porém, como herança de seu passado de navio ultra-luxuoso, o Bleu de France tem cabines bem maiores que o comum, todas tem sofás, e/ou mesas, que cabem perfeitamente no ambiente, e ainda o tornam mais confortável. Os armários também são diferentes, ficam, em sua maioria no meio das cabines, e são de duas portas.

Além disso, na maioria das cabines, há banheiras, ao invés do tradicional box apertado com cortina. Isso, sem falar nas suítes dos decks 9 e 10. Essas possuem vários ambientes, como sala de jantar com bar, sala de estar e quartos. Numa delas, há até uma banheira de hidromassagem, além é claro do box de vidro, tudo em um banheiro decorado com mármore vermelho-alaranjado.

Roteiros do Bleu de France
Nessa temporada, o Bleu de France fez roteiros diversos, e ainda permanece no Brasil até 20 de Maio, quando se despede definitivamente do Brasil, já que no final do ano mudará de companhia e nome. Desde Novembro, realizou cruzeiros pelo Nordeste, com destaque para suas escalas em Fernando de Noronha, e em sua maioria com partida de Salvador ou Recife. No dia 29 de Março chegou a Santos para alguns mini-cruzeiros pelo Sudeste, e no dia de nossa visita, 13 de Abril, partiu novamente para o Nordeste, onde realiza cruzeiros curtos, de 5 e 4 noites, até o final de sua temporada. Com embarque em Recife, todos fazem escala em Fernando de Noronha, e em Natal. Alguns também passam por Maceió. Na próxima temporada, o Ocean Dream assume a rota do Nordeste com escala em Noronha.

Pontos Altos
  •        É um navio intimista e bonito, tem um design diferente dos que fazem a costa brasileira atualmente.
  •    Conhecê-lo é uma oportunidade única, já que em breve ele mudará de endereço, e de público. Além disso, é um navio de interesse histórico e uma boa opção para shiplovers e afins, que queiram conhecer o Europa de 1981.
  •         Suas cabines confortáveis contam também um ponto a favor. Exceto pelo fato de a maioria não ter varanda, e muitas terem escotilha, elas são sem igual, e bem melhores que as dos navios modernos.
  • O roteiro do navio, com escala em Fernando de Noronha, é único, e não é percorrido por nenhuma outra companhia.
  •          O sistema tudo incluído, é um fator a acrescentar. Interessante principalmente para quem consome bastante bebidas. Com ele, o passageiro tem total liberdade, para consumir a maioria das bebidas sem limites, e sem precisar pagar por elas individualmente, como nas outras companhias.
Pontos Baixos
  •          O que provamos da comida do navio, nos denunciou uma situação interessante. Na tentativa de adaptar a culinária ao público brasileiro, a CVC praticamente acabou com as opções. No buffet, como prato principal, havia a escolha entre Strogonoff, Frango com Quiabo ou Peixe, acompanhados por Arroz, Feijão e Purê de Batata. Nós, particularmente, não gostamos de encontrar a bordo do navio o que consumimos todo dia em casa. A viagem de navio, até pelo seu preço deve ter uma comida diferente, sofisticada, adaptada ou não ao paladar brasileiro, mas que ofereça opções, pelo menos.
  •          Apesar de estar em bom estado de conservação, o Bleu de France é um navio com mais de 30 anos, e por isso, apresenta alguns sinais de uso. Os sofás do buffet por exemplo, estão sujos, e gastos, a madeira do piso de alguns dos decks externos solta e esburacada. Mas nada disso afeta na viagem em si, nem na segurança dos passageiros. 
  •          O sistema tudo incluído, além de bom, é também ruim. Isso, porque são servidas bebidas sem limite, e isso inclui bebidas alcoólicas também. Portanto, alguns passageiros podem exagerar na dose, e incomodar inclusive os outros passageiros, que nada tem com a história.
Conclusão Final
O Bleu de France é um navio intere- ssante, e uma boa opção para a viagem no Nordeste. Ele está muito acima dos navios que realizaram as temporadas na região nos últimos anos. Com uma capacidade média, é o navio ideal para a região, que não comporta navios grandes. Pelo pouco que vimos, tem uma tripulação atenciosa e prendada, mas não pareceu ter boas opções de entretenimento. A decoração do navio é perfeita, e o Zan-Zi Bar & Lounge é único no Brasil. Nossa nota, de 0 a 20 é 16.

Mais fotos do navio estão disponíveis nesse link.

Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 

Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos 

Tuesday, April 19, 2011

Especial Impressões Bleu de France.

Tivemos a oportunidade de visitar o Bleu de France, em sua última escala em Santos, no último dia 13. Quer ter uma idéia de como é viajar no menor e mais luxuoso navio da temporada?
Então não perca nosso especial sobre o navio, em duas partes. 

Histórico do navio
O Bleu de France foi construído em uma época em que a indústria de cruzeiros estava se re- inventando. Muitos diziam que os últimos navios de cruzeiros a ser entregues seriam os do final da década de 70, isso, devido a vários fatores, mas principalmente as altas no preço do petróleo, e consequentemente no combustível dos navios. Porém, indo contra a tendência, e ao sinal de uma recuperação da indústria, a Hapag-Lloyd encomendou um novo navio, o Europa, hoje Bleu de France. Para as plantas do navio, a inspiração veio dos ferries da Escandinávia, principalmente, no posicionamento das cabines e áreas públicas. Em geral, os ferries da época, tinham as cabines ocupando três terços do navio, a partir da proa, e as áreas públicas posicionadas verticalmente, na popa. O casco, do navio, é o mesmo de um navio de carga, isto, para oferecer melhor navegabilidade para um navio, que foi idealizado para cruzeiros ao redor do mundo, e que poderia enfrentar todo o tipo de mar. Este tipo de casco e design, é similar aos conhecidos no Brasil como MSC Melody e Sky Wonder, ambos da mesma época. Sua piscina central, com o Magrodome (telhado de vidro que abre e fecha), também é algo marcante. 
O elemento foi utilizado pela primeira vez no Oceanic, e copiado pelos gêmeos Sea e Island Venture (um desses viria a ser o Pacific, que durante anos navegou no Nordeste brasileiro). Porém, havia caído em desuso, e só voltou a ser utilizado no Bleu de France, e depois no Melody e Scandinavia.  Navegou pela Hapag-Lloyd na maior parte de sua vida, de 1982 a 1999, foi vendido a Star Cruises, quando seu sucessor, o novo Europa entrou em serviço. Em 1997 foi eleito o navio mais luxuoso do mundo. Foi renomeado Super Star Europe, e também Super Star Aries, enquanto navegou pela companhia na Ásia. Em 2004 foi vendido à Pullmantur, e renomeado Holiday Dream, operou muitos anos no Caribe, e chegou a escalar regularmente em Cuba, acontecimento raro nos dias atuais. Em 2008 foi transferido a nova subsidiária da Pullmantur/Royal Caribbean, a CDF Croisières de France, uma companhia destinada ao mercado francês. Passou por uma reforma de 30 milhões de Euros em Barcelona antes de entrar em serviço pela nova companhia, que o chamou de Bleu de France, e pintou seu casco de azul. Já tem data para deixar a companhia francesa, Novembro de 2011, quando passará por outra reforma multi-milionária antes de entrar em operação, em 2012, pela Saga Cruises, sua nova, e provavelmente última companhia, afinal, esse ano, o navio comemora 30 anos em serviço.

Características técnicas
Com algo em torno de 37,000 toneladas, o Bleu de France é o menor navio da temporada brasileira. Sua capacidade de passageiros é de pouco mais de 1,000, mais, no Brasil, só tem embarcado 800, devido à exigências ambientais na Ilha de Fernando de Noronha. Foi construído em 1981 nos estaleiros  Bremen-Vulkan, na Alemanha, por encomenda da também alemã Hapag-Lloyd, e ao custo de 120 milhões de dólares. Sua velocidade máxima é de 19 nós, tem 199 metros de comprimento e 28 de largura. Possui três piscinas, e tem as maiores cabines do Brasil. É classificado no guia Berlitz com 3+ estrelas, e 1,396 pontos.

O navio
O Bleu de France é um navio tradicional, já com certa idade. Construído em 1981, tem um design muito diferente dos navios em serviço no Brasil atualmente. Suas áreas públicas são dispostas verticalmente, na popa. Ou seja, tem áreas públicas e cabines em quase todos os andares. As cabines ocupam dois terços de cada andar, o outro, é ocupado por uma área pública, um restaurante, ou um bar. Tem sete andares públicos completos, destes, quatro são da forma descrita, os outros (o 11º) são ocupados somente por áreas públicas, ou cabines (6º e 5º). Todos os decks são nomeados com um tom de azul (marinho, ciano, índigo, safira e etc) Começando pela entrada do navio, o passageiro encontra um grande espaço em frente aos elevadores e escadarias, inclusive com bancos estofados para descansar, o resto do andar possui cabines. O andar superior, só possui cabines. Já o sétimo  também possui muito espaço em frente aos elevadores e escadas. Neste espaço, estão a recepção (central), e o acesso ao balcão de excursões(direita), além, da cafeteria e bar Café Créme (esquerda). Atrás da escadaria está o restaurante Le Flamboyant, o salão de jantar principal, que possui uma área mais reservada, que na temporada brasileira não é utilizada, e duas escadas rolantes, que servem de conexão entre a cozinha, no andar inferior, e o salão, para os garçons. 
Uma das lojas do navio
No andar de cima, além das cabines nos dois primeiros terços, há as boutiques, e a galeria de fotos. São três lojas, a central, tem um formato pentagonal interessante, e todas as suas paredes de vidro. Atrás da escadaria e elevadores está, à direita a biblioteca, que não possui muitos livros, mas é um interessante local, com sofás e uma lareira, à esquerda o Cigar Room Millésimes, que também serve a comida do restaurante oriental Wú-Fusion, que vem sendo implantado na frota da Pullmantur. A decoração do local é toda em preto e vermelho, criando uma atmosfera diferente. Neste andar também está o Grand Salon, segunda maior área do navio (o maior é o restaurante Flamboyant), um lounge, com palco e pista de dança, onde acontecem os shows. 
Bar Salon Acajou
No andar superior, o 9º, estão além das maiores suítes do navio, e de várias outras cabines, o casino, a promenade externa, as discoteca Nox Club, e o Zan-Zi Bar & Lounge. Na área externa traseira há ainda uma piscina. O Zan-Zi Bar é com certeza um dos ambientes mais interessantes do navio, com seus móveis de vime, ventiladores de teto, palmeiras (de plástico) e paredes de vidro. Possui um palco e uma pista de dança, e é utilizado exatamente, como um  lounge, mas fica na parte externa do navio, e bem próximo a piscina de popa. Nessa área, há escadas que dão acesso a área externa do Buffet Panorama, no deck acima. Nesse andar, além da parte externa e interna do Buffet Panorama, há a Ponte de Comando do navio, e mais cabines. O buffet, apesar de não ser grande, tem muitas mesas, e nunca é difícil achar um lugar para se sentar, tanto na parte interna, como na externa. O 11º andar é o único do navio que só tem áreas públicas. Na proa, o Salão Panorâmico Acajou é um lugar bem interessante, com decoração de bom gosto, e até mesmo um lustre de cristal. No acesso a ele há o Espaço Internet, com computadores com acesso a rede, e um salão de cartas, onde na parede estão penduradas as placas oferecidas ao navio em escalas inaugurais. 
Piscina Central e Olive Bistrô
Também a piscina central, com seu Magrodome, e o Olive Bistrô, na mesma área. Suas espreguiçadeiras listradas, mosaicos e árvore, lhe dão aparência única. Na popa, uma área com espreguiçadeiras, e duas jacuzzis. O deck mais alto do navio, o 12º possui apenas espreguiçadeiras e duas duchas, é conhecido como Solarium. No deck 2, ainda há a piscina interna, e o Spa, pagos a parte, e no 2, o centro médico e a sala de reuniões que não é utilizada na temporada brasileira. 

Mais fotos do navio estão disponíveis nesse link.
Veja a segunda parte do especial nesse link. 



Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 

Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santos

Friday, March 4, 2011

Impressões Mariner of the Seas - Parte 2

Continuação da série Impressões Mariner of the Seas, iniciada no dia 27, para ver a primeira parte clique aqui.


Programação durante o dia
Durante o dia no Mariner of the Seas, a principal opção é a piscina, onde acontecem atividades da equipe de animação e onde a Banda SP3 Aquarius toca. Mas diferente da maioria dos navios, também há atividades nos andares inferiores. Durante a tarde há música no Bolero’s Lounge, e atividades da equipe de animação no Schooner Bar. Os outros bares e salões continuam abertos, mas não há atrações nem música neles durante a tarde. Pode-se também escalar na Parede de Escalada do deck 10, patinar na pista de patinação in-line, ou jogar mini-golfe, no campo próximo a parede, para quem preferir também está disponivel o equipamento para se jogar Shuffleboard, este último no promenade do deck 4. O Spa também é uma opção nas tardes, mas a maioria dos passageiros prefere aproveitar o sol e relaxar nas piscinas e jaccuzis. Há quatro piscinas no navio. Duas ficam na área da Piscina Principal, onde acontecem as atividades da equipe de animação, e também onde a banda toca. Já o Solarium, conta somente com uma piscina, e é ideal para maiores de 16 anos que buscam mais tranquilidade. A outra é aquecida e de hidromassagem, e fica dentro do Spa. Para quem busca silêncio e paisagens a opção é o Viking Crown Lounge, que compreende o Ellington’s Bar, o 19th Hole e os salões de jogos: Cloud Nine e Seven Hearts, que durante o dia se torna um local de relaxamento, durante o dia é proibido falar alto lá. Em alguns dias também houve Bingo no Lotus Lounge. Em alguns dias é possível utilizar a pista de patinação no gelo, mas é necessário chegar ao local meia hora antes do horário em que se pretende patinar, para pegar uma ficha com um número que determinará a hora em que você poderá patinar. Há também um tempo limite para se permanecer na pista.


Programação durante a noite
Durante a noite o Mariner oferece variada progra- mação. No teatro são apresenta- dos espetáculos coma Mariner of the Seas Orchestra e os bailarinos da Royal Caribbean. Houveram também shows de Tango e folclore argentino, com os Pampas Devil Gauchos, show de equilibrismo e contorcionismo com os premiados Arthur & Laetitia, e um interessante show, com o ex-membro do Cirque du Soleil Michael Menes. Há musica ao vivo no Schooner Bar, no Pub Wig & Gavel, no Bolero’s , no Lotus Longue, Jazz ao vivo no Ellington’s, e alguns dias, até na Royal Promanade.  Em algumas noites, houveram festas temáticas na Royal Promenade, como a dos anos 70, a em homenagem aos Beatles, e a de Carnaval. Sem contar, é claro com os desfiles na mesma Royal Promenade, que eram interessantes, mas é interessante chegar um pouco antes do horário para garantir um lugar na plateia.  No Lotus Lounge e no Schooner Bar também acontecem algumas atividades da equipe de animação. É durante a noite também que o Casino Royale abre as suas portas, e toda a noite há uma novidade no casino (noite do agente secreto, festa de carnaval, etc.).
Na penúltima noite do cruzeiro acontece a festa de Carnaval, uma das festas realizadas no deck da piscina. E aos que desejam dançar, o Dragon’s Lair, a boate do Mariner conta todas as noites com a presença do Dj Daniel Dornas e do Dj Erik, vindo de Cancún, no México que comanda o local até o final da madrugada. É a noite também que a Promenade ganha vida, com a abertura das lojas, o movimento nos bares e etc. Se não estiver com vontade de fazer nada, o passageiro pode simplesmente observar o movimento da rua. Com certeza, será um tempo bem gasto. 

Culinária e Refeições a bordo
 O Mariner of the Seas conta com dois restaurantes principais: o complexo que envolve Windjammer Café, o Jade, o Chops Grille e o Portofino, e o restaurante principal, de três andares, que possui três salões diferentes: Rhapsody in Blue (nível inferior), Top Hats and Tails (nível intermediário) e o Sound of Music (andar superior).  Os três andares estão interligados por uma escadaria central, que ainda conta com uma escultura entre os dois primeiros níveis. Além desses ainda há outros dois restaurantes, o Jonnhy Rockets, e o Café Promenade, que serve pizzas, sanduíches e doces 24 horas por dia. O café da manhã está disponivél em três locais: a sua cabine, através do serviço de quarto, no restaurante buffet Windjammer Café, e no Rhapsody in Blue, os outros andares do restaurantes principal ficam fechados durante o dia. Também há a opção de café da manhã é o
 Café Promenade, é claro, que com o mesmo cardápio das outras horas do dia: doces, pizza e sanduíches. Já o almoço é servido no Wind- jammer Café, no restaurante Jade, e no Jonnhy Rockets. Em alguns dias também houve almoço no restaurante Rhapsody in Blue. Aliás, é um ótima dica, almoçar um dia no local, é cobrada apenas uma taxa de 4,95 dólares por pessoa, e se pode comer à vontade. Também é servido jantar no local. O almoço no Windjammer é do meio dia até 15 horas. Deste horário até as 17 horas são servidos snacks no localTambém está disponível na hora do almoço o serviço de quarto que tem cardápio próprio. O Jantar é servido em todos os restaurantes do navio: no Windjammer, no Rhapsody in Blue, no Top Hats and Tails, no Sound of Music (restaurante principal), no Jonnhy Rockets, no Jade, no Chops Grille e no Portofino.  No restaurante principal, o jantar, como de praxe, é dividido em dois turnos, o primeiro ás 19:00 e o segundo ás 21:30.  No Windjammer e no Jade, o horário é das 19:30 às 22 horas, estes dois últimos, funcionam como buffets self-service.
Já o Jonnhy Rockets, funciona das 13 horas, às 2 horas da manhã, e também é uma boa opção de jantar. Além dele, há os outros dois restaurantes pagos do navio, o Chops Grille e o Portofino, que funcionam abrem as 19:30, e funcionam no sistema a la carte, aconselhasse fazer reserva para jantar nestes dois.


Mais fotos do navio estão disponíveis nesse link.


Observação: É importante observar que este artigo não tem nenhuma relação com nenhuma companhia ou agência de viagens, é apenas a percepção de minha viagem. Os dados aqui postados, estão corretos, mas podem ter mudado, horários, valores, e informações sobre bandas e shows podem ter sofrido alterações. 


Imagens e Texto: (©) Copyrights Daniel Capella, Santo